Avanços da pauta feminina marcam o semestre no Senado — Senado Notícias

Pauta permanente Em entrevista,  senadora Zenaide Maia (PSD-RN) avaliou que os parlamentares trabalharam “incansavelmente pelos direitos das mulheres nos últimos meses”. Ela…


Pauta permanente

Em entrevista,  senadora Zenaide Maia (PSD-RN) avaliou que os parlamentares trabalharam “incansavelmente pelos direitos das mulheres nos últimos meses”. Ela sublinhou, no entanto, que temas como a segurança pública para a proteção das brasileiras ainda precisam estar previstos, de forma contínua, junto ao Orçamento da União.

Outro ponto defendido por Zenaide foi mais estímulo à presença das mulheres na política:

— É uma luta diária, a nossa. Nós precisamos ocupar os espaços de poder, por ser onde se define absolutamente tudo. Aqui se define nosso salário, quantas horas vamos trabalhar, com qual idade vamos nos aposentar. Aqui se define a quantidade de recursos destinados à educação, à saúde e à segurança, principalmente a nossa, a das mulheres, que estamos mais vulneráveis do que nunca — destacou.

Na opinião dos senadores, o segundo semestre de 2026 deve ser focado em propostas que garantam mais direitos sociais para as mulheres, o que deve culminar em mais proteção para as famílias brasileiras.

O senador Paulo Paim (PT-RS), por exemplo, analisa que o Senado pode contribuir com medidas que garantam mais vigor para a justiça econômica e a proteção previdenciária, “com recortes específicos voltados à vulnerabilidade social”.

Já Damares defende avanços na autonomia financeira das vítimas de violência. Segundo ela, a ideia é pautar propostas que facilitem o microcrédito e a inserção dessas brasileiras no mercado de trabalho, permitindo que a mulher rompa com a dependência econômica do agressor.

Além disso, a senadora avalia que a prioridade deve ser “a proteção integral da infância, o reforço do papel da família e a segurança socioeconômica das mães solo do país”.

Daniella, por sua vez, considera importante estabelecer uma agenda transversal das mulheres na administração pública. A intenção defendida pela senadora é incorporar a perspectiva de gênero ao planejamento, ao orçamento e à avaliação das políticas públicas nacionais.

— Precisamos garantir que programas e recursos públicos considerem seus impactos sobre as mulheres, com a elaboração de um orçamento sensível à questão de gênero e à definição de metas e indicadores específicos para esse público — pontuou.



Source link

WhatsApp